Coronavírus, marketing viral e fake news – entenda essa relação com o seu negócio

Publicado em: 06 março 2020 - Categoria: Sem categoria

Fake news, último ano do primeiro mandato de Trump e corrida presidencial nos Estados Unidos. Como se não bastasse tudo isso, o início deste ano foi marcado pela ameaça do coronavírus, o que promete tornar 2020 inesquecível. Em meio às turbulências, ameaças e incertezas que, dentre outras coisas, podem adiar as Olimpíadas de Tóquio, o COVID-19 já acomete pessoas em mais de 60 países e vem impactando a economia. 

No final de fevereiro, o mercado de ações da Europa registrou seu pior desempenho semanal desde a crise de 2008. Ações de companhias aéreas e setores como automobilismo, turismo, tecnologia e alimentos foram duramente afetados.  

Tais resultados são reflexos de como a ameaça do coronavírus modificou – e até interrompeu – a rotina de trabalho em muitos países, levando ao fechamento de fábricas, comércio e serviços e fazendo com que muitos trabalhadores passassem a realizar regime de home office, além da suspensão de aulas e do cancelamentos de diversos eventos. Consequentemente, as taxas de produção e consumo sofreram quedas.

Uns choram, outros vendem lenços

Se muitos setores amargam prejuízos no início da era coronavírus, outros lucram com a situação. Bons exemplos são as marcas que produzem máscaras de proteção, álcool em gel e desinfetantes, produtos que no cenário atual registram procura significativamente maior do que a demanda, levando ao aumento dos preços e até mesmo ao esgotamento nas prateleiras. 

Como a tendência é que as pessoas fiquem cada vez mais em casa, seja para trabalhar ou para se divertir, empresas que oferecem produtos e serviços específicos para quem faz home office, a exemplo de softwares de videoconferências, lucram, ao passo que serviços de streaming como Netflix resistem à crise. 

Quando o assunto é coronavírus e inovação, nada mais justo do que citar a startup canadense BlueDot. Ela saiu na frente de órgãos internacionais ao antecipar os riscos do coronavírus em mais de uma semana em relação à OMS. A startup chegou a conclusão do risco por meio de um sistema de inteligência artificial que reúne medicina e tecnologia. 

Epidemia na era do marketing viral

Desde o início da epidemia do coronavírus até então, informações – verdadeiras e falsas – sobre a doença viralizam mundo afora. Diversas pessoas foram apontadas como suspeitas de terem contraído a doença, causando preocupações e ansiedade. No Brasil, o primeiro caso de pessoa contaminada com o COVID-19 foi confirmado somente no dia 26 de fevereiro. 

Na web 4.0, a circulação de notícias e informações nunca foi tão rápida, dinâmica e acelerada. As informações são produzidas e reproduzidas na velocidade da luz e a internet representa a principal fonte de busca. De acordo com o Google Trends, “sintomas do coronavírus”, “coronavírus no Brasil” e “China” estão entre os primeiros tópicos relacionados ao assunto mais buscados no Brasil.

O coronavírus também foi alvo de fake news. Diante disso, o site do Ministério da Saúde desmente diversos rumores que circularam a respeito da doença, a exemplo de possibilidades de cura e prevenção. Dentre as notícias mais bizarras estão a que aponta o chá de abacate com hortelã como receita preventiva contra o COVID-19 e uma outra que produtos enviados da China para o Brasil conteriam o coronavírus. Ou seja, nenhuma pauta ou pessoa está imune aos equívocos das fake news. 

Soluções digitais

Este artigo usou o exemplo do coronavírus para demonstrar como um determinado assunto repercute pelos meios digitais e geram picos de buscas por assuntos relacionados, assim como também ilustrou exemplos de mercados que enxergam determinada crise como oportunidade. Independente do mercado, o planejamento e a execução de ações de marketing digital é fundamental para qualquer marca comunicar com o seu público e ser bem-sucedida na web 4.0. 

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